
Não têm sabor estas palavras, pois nem sequer são de pensamento.
São de lamúria, de queixa e de tisteza.
São de mim, mas sem o meu odor.
Sem o brilho das ideias que pinto na tela cerebral.
São, assim, um discorrer menos fiel, mais fácil até, do meu descontentamento.
Por isso as abandono aqui. Sem dizer adeus e sem olhar.
A vida é lá fora. É na brisa do vento. Na gota da chuva. Na página de um livro.
No verso daquela nossa música.
Não aqui no descontentamento de um coração que dorme embalado por ideias vazias e acorda com a melodia das palavras fáceis.
São de lamúria, de queixa e de tisteza.
São de mim, mas sem o meu odor.
Sem o brilho das ideias que pinto na tela cerebral.
São, assim, um discorrer menos fiel, mais fácil até, do meu descontentamento.
Por isso as abandono aqui. Sem dizer adeus e sem olhar.
A vida é lá fora. É na brisa do vento. Na gota da chuva. Na página de um livro.
No verso daquela nossa música.
Não aqui no descontentamento de um coração que dorme embalado por ideias vazias e acorda com a melodia das palavras fáceis.